Já falamos mais de uma vez aqui no página da internet sobre do tratamento físico da piscina… Sabemos que o sistema de filtração faz o tarefa mais pesado na higienização da piscina e que cabe à química da piscina o tarefa mais refinado.
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Já dissemos que é essencial monitorar minuciosamente o equilíbrio químico da piscina por diversos razões:
– Para evitar a abundância de patógenos perigosos, como bactérias, presentes na água. Uma piscina cheia de água não tratada pode ser um lugar perfeito para microrganismos portadores de doenças contaminarem as pessoas;
– Água com o estabilidade químico errado pode danificar as várias partes da piscina;
– Água com estabilidade impróprio pode irritar a pele e os olhos;
– Água com estabilidade impróprio pode se tornar turva facilmente.
Quando o assunto é a química da piscina, os principais parâmetros que devemos observar são: o pH da piscina, a alcalinidade da piscina e o cloro da piscina!
Este último, o cloro, é importante para livrar a piscina dos microorganismos que podem nos causar doenças. Geralmente o cloro para piscinas é encontrado sob a forma granulada, como hipoclorito de cálcio ou sob a forma líquida, como o hipoclorito de sódio.

A química da piscina
No momento em que um composto clorado é adicionado à água, o hipoclorito reage com a água para formar várias espécies químicas, mais notadamente o ácido hipocloroso.
Reação de formação do ácido hipocloroso na piscina
O ácido hipocloroso mata as bactérias e outros patógenos, atacando os lipídios da parede celular, e destrói as enzimas e estruturas dentro da célula através de uma reação de oxidação. Compostos alternativos, como bromito, fazem basicamente a mesma coisa, com resultados ligeiramente diferentes.
O hipoclorito costuma ser preparado em forma de líquido, pó ou tablete (embora alguns profissionais utilizem cloro gasoso) e pode ser adicionada à água no ciclo. Especialistas em piscinas geralmente recomendam a inclusão após o processo de filtragem utilizando um alimentador químico. Se for adicionada diretamente na piscina, utilizando tabletes nas caixas de escumadeiras, o hipoclorito tende a se concentrar nessas áreas.
Um problema com o ácido hipocloroso é o fato de ele não ser particularmente estável. Ele pode se degradar quando exposto à luz ultravioleta do sol e se combinar com outros elementos químicos para formar novos compostos.
A química da piscinaCloradores de piscina freqüentemente incluem um agente estabilizador, como ácido cianúrico, que reage com composto de cloro para formar um composto mais estável que não se degrade tão facilmente quando exposto à luz ultravioleta.
Mesmo com um agente estabilizante, o ácido hipocloroso pode combinar-se com outros elementos, formando compostos não tão eficazes.
Por exemplo, o ácido hipocloroso pode combinar-se com a amônia encontrão na urina, entre outras substâncias, para produzir várias cloraminas.
As cloraminas não são exclusivamente desinfetantes fracos, mas podem irritar a pele e os olhos e deixar um forte odor de cloro na piscina.
O cheiro característico e a irritação nos olhos associados às piscinas se devem as cloraminas, não ao ácido hipocloroso comum.
Um cheiro forte geralmente significa que há pouco cloro livre (ácido hipocloroso).
Para se livrar das cloraminas, é necessário fazer um tratamento de choque na piscina: adicionar uma dosagem forte de desinfetante, seja ele qual for, para remover matéria orgânica e compostos químicos nocivos.
Explicamos em detalhes o que fazer para acabar com o cheiro forte de cloro na piscina num artigo mais antigo.
A formação de cloramina está relacionada ao segundo maior elemento da composição química da piscina, mantendo o seu pH.

Nível do pH

O pH da água é uma medida do seu equilíbrio total (ácido-alcalino), ou seja, a proporção relativa de ácidos e alcalinos na água. Verifique nosso artigo sobre A importância de se controlar o pH da piscina para saber mais sobre pH!
Se você colocar água muito ácida ou muito alcalina, obterá reações quimicamente indesejáveis.
Se a água for muito ácida, ela corroerá o equipamento de metal e causará causticações na superfície e irritações na pele das pessoas. Se a água for muito alcalina, poderá causar descamação na superfície da piscina e no equipamento de bombeamento, além de tornar a água mais densa.
Além disso, a alta acidez ou alcalinidade alteram a eficácia do hipoclorito. O hipoclorito não destruirá os patógenos tão bem se a água estiver muito alcalina e se dissipará muito mais rápido se ela estiver muito ácida.
Na escala de pH, zero indica acidez extrema, 14 indica alcalinidade extrema e 7 indica um estado neutro. A maioria dos especialistas recomenda pH entre 7,2 e 7,8. Para alterar o pH, deve-se acrescentar ácidos ou alcalinos à água da piscina.
Por exemplo, a inclusão de carbonato de sódio ou bicarbonato de sódio geralmente elevará o pH e a inclusão de ácido muriático ou bisulfato de sódio diminuirá o pH.
A manutenção do equilíbrio apropriado de elementos químicos na piscina é um processo contínuo, pois qualquer elemento novo, como óleos de bronzeamento, cloramina e outras substâncias que caem na água, alteram toda a composição química da água. Além do pH, também é necessário monitorar a alcalinidade total, a rigidez do cálcio e os sólidos dissolvidos totais.
Ao observar toda a composição química e o maquinário envolvido nas piscinas, fica claro que elas são de fato tecnologias impressionantes. Exige muito capricho construí-las e mantê-las.
A Sistema Manutenções está prontamente capacitada para lidar com as dificuldades que a manutenção de piscinas nos impõe! Portanto, sempre que precisar, fale conosco!
Esperamos que tenha gostado de saber um pouco mais sobre a química da piscina! Grande abraço e até a próxima!